Cá estou eu outra vez! Como tinha prometido, cá volto com este "assunto chato" da CULTURA E DO PATRIMÓNIO".
Hoje deixo aqui dois anúncios do pouco que se vai fazendo em Portugal por PORTUGUESES!Tão pouco tecer algum comentário sobre o que exponho. Bem! Talvez um ... Palavras para quê? Para bom entendedor meia palavra basta!
É desta cultura e deste património que é nosso, pois estão aí alguns dos nossos grandes compositores da nossa história e, ainda por cima, ALENTEJANOS!!!!!!!!

Quinta-feira, 23 de Julho, 21h30
Igreja dos Salesianos Estoril
Ensemble D. João V
Sandra Medeiros soprano
Tera Mary Shimizu Violino I
Margareta Sandros Violino II
Paul Wakabayashi Viola
Paulo Gaio Lima Violoncelo
Duncan Fox Violone
Cândida Matos Cravo
250º Aniversário da morte de Haendel
Haendel, Water Music-Suite n. 3 in G Major, HWV 350 (1717)
Teixeira, Motete Per ogni tempo
Sousa Carvalho, Tibi omnes angeli (Te Deum – 1769)
Avondano , Sonata nº4 em Fa M
Vivaldi, Motete In Furore a canto solo con stromenti
http://www.quartetoarabesco.com / quarteto.arabesco@gmail.com tel: 914 024 084
N OS 200 ANOS DAGUERRA PENINSULAR Duzentos anos após a aventura napoleónica na Península Ibérica, o Ensemble Arabesco - Orquestra Barroca propõe um olhar musical sobre esta época conturbada e de charneira da História portuguesa e europeia. Fruto de uma pesquisa histórico-musical, o concerto apresenta-se como uma narrativa musical em torno de acontecimentos chave das Invasões Francesas, numa interpretação histórica em instrumentos da época. |
Rufo de timbales | Improvisação |
A Batalha do Bussaco (1810) | A.J. do Rego (1765-1844) |
Retirada do Marechal Massena (1810) | J. Ferro (1775-1830), orq. de Manuel Durão (n. 1987) |
Batalha do Vimeiro (1809) | J. Bachicha (1790-1810) |
Cantata Hino Lusitano (1811) | J.D. Bomtempo (1775-1842) |
Marcha de retirada (1810) | J.J. Baldi (1770-1816) |
Abertura Penelope (1782) | J.S. Carvalho (1745-1799) |
Cantata em Louvor de Lord Wellington (1810) | M. Portugal (1762-1830) |
Cantata A Paz da Europa (1815) | J.D. Bomtempo (1775-1842), orq. de Duncan Fox (n. 1970) |
Hymno Patriótico (1810) | M. Portugal (1762-1830), orq. de Rogério Medeiros (n. 1979) |
E
NSEMBLE ARABESCO - ORQUESTRA BARROCASandra Medeiros
soprano Sara Amorim contralto João Cipriano Martins tenor Armando Possante baixo Denys Stetsenko, Álvaro Pinto, Miriam Macaia, Raquel Cravino, Nuno Mendes, Luís Santos violinos Lúcio Studer, Joseph MacRae violetas Marco Testori, Ana Raquel Pinheiro violoncelos Marta Vicente contrabaixo Olavo Barros, Marta Gonçalves flautas Luís Marques, Jorge Cardoso oboés Carolino Carreira fagote Paulo Guerreiro, Tracy Nabais trompas António Quítalo trompete Marta Araújo cravo Pedro Carneiro timbales Marcos Magalhães cravo e direcção Lúcio Studerinvestigação e concepção
S I N O P S E
Este concerto apresenta-se como um percurso musical que acompanha por perto os principais acontecimentos históricos em torno das Invasões Francesas, em especial a terceira comandada pelo marechal Massena e suas tropas francesas contra o exercito anglo-luso comandado por Lord Wellington. Por alguns denominada a guerra da espada e da pena, são inúmeros os relatos de militares britânicos assim como versos divulgadores das façanhas e heroísmo anglo-luso, com especial destaque para Lord Wellington, que inspiraram os mais proeminentes compositores portugueses. [Notas de programa]
Após um Rufo de timbales, que enfatiza o espírito marcial de muita da música da época, a Batalha do Bussaco, de António José do Rego, relata com aguçado detalhe uma das mais famosas batalhas travadas entre as forças anglo-lusas, comandadas por Lord Wellington, e as francesas, comandadas pelo marechal Massena, a 27 de Setembro de 1810. Composta poucas semanas após a batalha, inclui ao longo da partitura o relato de Lord Wellington publicado na Gazeta de Lisboa.
Após esta batalha, Massena dirige as suas tropas para tentar conquistar Lisboa. É no entanto travado nas Linhas de Torres Vedras, terminando por se retirar definitivamente a 15 de Novembro de 1810. A composição Retirada do Marechal Massena de João Ferro, publicada no mesmo ano de 1810 e dedicada a Wellington, descreve musicalmente a ordem de Massena de retirada do exército, infantaria e cavalaria francesas, seguindo-se pela ordem de Lord Wellington de seguir o inimigo, até à vitória final com a expulsão de Portugal.
Outra peça militar que apresenta a mesma forma das duas anteriores a A Batalha do Vimeiro a batalha mais importante da Primeira Invasão, travada em 1808 contra Junot. Inclui também descrições de cenas da batalha. Desta peça é apresentado um cântico patriótico de gratidão aos ingleses.
Como uma das peças centrais deste concerto apresenta-se a cantata Hino Lusitano de Domingos Bomtempo, obra fortemente influenciada pela euforia que se instalara após a vitória luso-britânica. Tem especial destaque a Marcha de Lord Wellington.
A Marcha da retirada de Baldi é também alusiva à retirada final de Massena.
Como exemplo da música que se ouvia nas salas de concerto nesta altura, apresenta-se a Abertura Penélope de Sousa Carvalho. Trata-se da figura mais relevante da música portuguesa da segunda metade do séc. XVIII, com grande influência no legado futuro, tendo sido professor de Marcos Portugal, Domingos Bomtempo, João José Baldi, e António José do Rego, presentes no programa deste concerto.
A Cantata em Louvor de Lord Wellington, de Marcos Portugal, enaltece os feitos deste herói, detentor dos títulos de Marquês de Torres Vedras e Conde de Vimeiro, entre outros.
Em 1815, ano da derradeira vitória de Wellington sobre Napoleão em Waterloo, Bomtempo compôs a cantata A Paz da Europa, que se apresenta exaltando a paz a que finalmente se chegou em toda a Europa.
O concerto termina com o Hymno Patriótico da Nação Portugueza, de Marcos Portugal, composto em 1810 e adoptado como Hino oficial de Portugal até finais do século XIX.
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Cultura e Património III
Caro Jack The Ripper
Cultura e Património II
Disse, escrevi-o e mantenho-o. Cá estou de volta, mas só com alguns apontamentos muito sucintos.
O 1º. é uma uma correcção. Onde se lê " não há muito poucos músicos ...", deve ler-se " há
poucos músicos..."
O 2º... é uma chamada de atenção. De vez em quando dou umas certas "calinadas" ortográficas que só reparo depois de algum tempo depois. Porquê? Pela minha falta de vista, já fui "operado" 3 vezes aos olhos e, quando estou muito tempo a ler ou a trabalhar no computador, tenho que adivinhar o que estou a escrever e ... como tenho uns dedos muito "magrinhos" carrego logo em 2 teclas de uma só vez. Também é verdade que não sei"teclear" lá muito correctamente. Mas isso é culpa minha.
Deixei duas interrogações no meu último escrito que ainda não encontrei a resposta. Vou continuar à procura ... Se calhar até sei as respostas, mas não as vou dar. Estamos em campanha ou pré-campanha eleitoral e não vou dar soluções a quem que seja.
Queria dedicar este meu escrito de hoje ao Património!
Não sendo eu um historiador, tão pouco vou meter a "foice em seara alheia".
Património!
Há por aí um património que me irrita! E há tanto! E de tanto haver, já faz parte do "nosso património". E chama-se, INCOMPETÊNCIA! Ela, a incompetência, faz com que nada funcione ou funcione muito mal!. É invejosa, mal-dizente e outras coisas mais. E esta Incompetência está a matar a CULTURA e, o que é grave, a tornar-se ela própria num suposto agente cultural!
Pelos vistos, há gente, que não é o seu caso, que ainda não percebeu qual é a minha função enquanto agente cultural.
Para além de fazer música, de a ensinar, sou um livre pensador, independente tanto quanto posso sê-lo!
O que resolvi fazer em Campo Maior, traz-me muito pouco proveito. Se alguém pensa que me prejudica e me ofende por não querer cooperar comigo ou não querer a minha cooperação, está muito enganado. Eu não sou nenhuma personalidade pública. O meu interesse é Campo Maior e fundamentalmente, a MÚSICA! Tudo o que tenho feito nos últimos é para tornar melhor Campo Maior! Não tenho qualquer interesse pessoal/artístico ou económico. Se calhar, (de certeza), já tive que põr dinheiro do meu bolso para realizar alguns projectos. Porque se não conseguir realizar 3 faço 2 projectos, mas bem feitos.
Caro Jack The Ripper
O que me constrange e irrita, é isto mesmo: A INCOMPETÊNCIA!
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Cultura e Património I
- Que fazer?
- Que alterar?
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Santo António!
quinta-feira, 4 de junho de 2009
In Memoriam - GLORIA DE SANT'ANNA 1935 - 2009

Deixo aqui quatro versos em que cabe toda a sua ars poetica:
A essência das coisas é senti-las
tão densas e tão claras,
que não possam conter-se por completo
nas palavras.
In Memoriam"
Em daliteratura.blogspot.com
domingo, 31 de maio de 2009
Breve Apontamento ou Apontamento Breve
Hoje não houve música. Aliás, houve, mas era outra. E fez-se de palavras e imagens. Falou-se de Campo Maior, Elvas, Arronches e Portalegre, resumindo, da raia se falou. AH! E das famílias que existiram e das que ainda existem. E muitas mais coisas.
Parabéns ao senhor professor doutor Arlindo Sena pela excelente palestra. Em nome da Ad Septem Ars, de todos os presentes e meu próprio, muito obrigado!
Até a uma próxima oportunidade, pois de certeza que haverá mais outras palestras.
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Endereço correcto do vídeo
Peço desculpa, mas tinha apagado a última letra. Aqui está o endereço correcto.
http://videos.sapo.pt/QkMHEdKYTfPLOLCqDa0o
Obrigado.
Um pouco de auto-promoção
domingo, 24 de maio de 2009
Aulas de Violino e Palestra
Desde a 6ª feira passada, dia 15 de Maio, começaram as aulas de violino na nossa sede da Praça Velha.
A professora Ana Morcillo vem de Badajoz e é finalista de Curso Superior de Violino no Conservatório Superior de Música de Badajoz.
Felicidades à nova professora!
No próximo dia 30 de Maio, pelas 15 horas, na nossa sede da Praça Velha 1-A, vai a Ad Septem Ars organizar uma palestra sobre o tema "AS FONTES DOCUMENTAIS DA RAIA DO DISTRITO DE PORTALEGRE: O CASO DA VILA DE CAMPO MAIOR", sendo orador e dinamizador o senhor professor doutor Arlindo Sena. A entrada é gratuita.
Workshop de Palhetas

Conservatório de Música de Coimbra
Dia 7 de Junho de 2009, das 10H30 às 17H30
Depois do Encontro Nacional de Palhetas Duplas, realizado na ESMAE, Porto, a Associação Portuguesa de Palhetas Duplas, vem promover uma actividade: WORKSHOP DE PALHETAS, a realizar no Conservatório de Música de Coimbra.
Tendo em conta a importância do tema, este evento tem por objectivo promover o intercâmbio de conhecimentos e trabalho prático, no que diz respeito às várias fases da construção de palhetas duplas.
Toda a comunidade de oboístas e fagotistas está convidada a participar neste dia de actividades, visando o enriquecimento teórico e prático numa área que a todos interessa: as palhetas.
Durante o workshop haverá exposição de canas, ferramentas e todos os acessórios indispensáveis para a construção de palhetas, pelas empresas: Domingos Caeiro, Lda e J.M.Garetti, Unip, Lda. Os sócios da APPD são beneficiados com descontos na aquisição dos artigos expostos.
O suíço Willy Wettstein, Oboe-Atelier, faz exposição e demonstração dos seus modelos de máquinas de raspar palhetas de oboé e corne inglês. Todos poderão experimentar os vários tipos de raspagem das máquinas.
Ao longo do dia há também a assistência de luthier’s para pequenas manutenções.
NOTA: Brevemente receberão o cartaz definitivo do evento, incluindo a informação sobre as palhetas de fagote.
A Associação Portuguesa de Palhetas Duplas
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Caro Paralelo(?)
Agradeço os elogios, mas não sou magnífico nem tenho uma atitude “pro-activa”. Quando muito, tenho uma atitude que penso ser a mais correcta para comigo mesmo: fazer aquilo que gosto ou pelo menos tentar e, dar a conhecer e dar o prazer de usufruir dos meus gostos aos outros que não tiveram nem têm as mesmas oportunidades que eu tive e tenho. No fundo, sigo um princípio cristão: dar sem esperar nada em troca.
Sem querer ser mal-educado nem desagradável, acho (tenho a certeza) que está muito mal informado, melhor, não percebe nada disto. Está a meter a “foice em seara” completamente desconhecida para si. É que quem freqüenta os conservatórios é para fazer um curso superior, tal e qual um médico ou um advogado ou engenheiro. Se acha que os outros pais cujos filhos estudam em universidades o fazem sem sacrifícios ...
Quanto à realidade sócio-económica que tanto o preocupa, é melhor pedir explicações aos incompetentes (e não só) dos que dirigem os destinos deste país. Eu não me sinto culpado, pois nunca tive qualquer “tacho”, não sou nem nunca serei político. Se o país está mal a culpa não é minha, isso posso eu garantir-lhe.
Quanto ao futuro das crianças, por me preocupar o futuro delas e deste meu país, é que arranjei “dores de cabeça”, quando podia ter ficado em minha casa a desfrutar da minha família, da minha música e dos meus amigos e estar-me nas “tintas” para Campo Maior. É que não ganho nada em ter feito a Ad Septem Ars. Só chatices!
Só mais um reparo. O problema não é ter-se anulado um concerto. O problema é ter-se anulado um concerto por FALTA DE VERBA! É que as pessoas em questão, os músicos, são profissionais e vivem disto mesmo: dos concertos! Este é o seu ganha pão! E para se realizar um concerto, cada músico "gasta" muito, mas mesmo muito do seu tempo, diria meses, tempo que não é pago!
Só um conselho: Quando quiser comentar, comente só o que e do que sabe. É que para ignorantes, já chegam os políticos!
domingo, 26 de abril de 2009
Grave ... Gravíssimo ... Quo Vadis Cultura?
Palavras para quê? Isto é Portugal! E depois venham falar-me em TGV's, auto-estradas e pontes sobre o Tejo ... Que eu depois logo lhes digo onde vão pôr o voto! É caso para dizer: "Mudam as moscas, mas a m... é sempre a mesma". Passaram já 35 anos, mas Portugal continua a ser Lisboa e o resto são paisagens! O mal disto tudo é que, quando precisam de nós músicos, até nos chamam génios, só para se mostrarem que até são cultos - como diz um amigo meu também músico.
"Maestro , lamentavelmente o nosso concerto em lisboa já não se vai realizar por agora, como se pode ler no comunicado abaixo.
A cultura tb está em crise !!
Maria do céu
Exmas. Senhoras:
Maria do Céu Camposinhos
Paula Almeida
Lisboa, 23 de Abril de 2009
Assunto: Recital de Violoncelo e Piano Palácio Foz
Exmas. Senhoras,
Conforme solicitado, venho por este meio comunicar que o recital sugerido por V.Exas, agendado para o dia 10 de Maio de 2009, a ter lugar na Sala dos Espelhos do Palácio Foz, foi adiado sine die. No âmbito do Programa de Apoio Directo às Artes de 2009, a Direcção-Geral das Artes não atribuiu qualquer apoio à Juventude Musical Portuguesa (JMP), razão pela qual esta Associação foi forçada a adiar todos os recitais (excepto aqueles que já se encontram apoiados e a realizar em parceria com outras entidades), até conseguir financiamento para a sua concretização.
Com os melhores cumprimentos,
Maria João Rodrigues"
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Anónimo
terça-feira, 21 de abril de 2009
E VIVA A TERTÚLIA!
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Para tudo há uma idade
Arthur Schopenhauer - Esclarecimento
Caro Jack the Ripper
sexta-feira, 17 de abril de 2009
A filosofia do romântico Wagner ou do “humanista” Schopenhauer?
quinta-feira, 16 de abril de 2009
CONVITE
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Agradecimentos
sábado, 4 de abril de 2009
Um Pedido (de desculpas também)
sexta-feira, 3 de abril de 2009
PRÉ-INSCRIÇÕES - AVISO (e não só)
- e-mail: adseptemars@gmail.com ,
- podem contactar-me pessoalmente ou a professora Isabel Pereira ou qualquer outro membro da Direcção,
- pelo telefone número 965 390 214.
terça-feira, 24 de março de 2009
Escola de Música versus Academia de Música
segunda-feira, 23 de março de 2009
A 2 amigos: João Paulo e Joaquim (ou vice-versa)
Ao Jack The Ripper
sexta-feira, 20 de março de 2009
Saudade para Clarinete e Piano - I Andamento - Allegro
Aqui deixo mais um midi ou lá como se chama esta coisa. Está claro, para mim não, que é o meu filho Filipe que ajuda, se não ainda estava a tentar pôr aqui o meu 1º midi. Agradeço ao meu filho e ao João Paulo Saragoça. Este é dedicado a ti, João Paulo. É uma obra que fiz em 2002. Espero que gostem.
quarta-feira, 18 de março de 2009
I Cinque Elementi - Os Cinco Elementos
- "Hi Vasco, yesterday we had reharsal and we played your wind quintet (we hadn't studied it). there are very good ideas in you work! Now we have to study it! I let you know. Have a good day - Claudio".
- "Vi as partituras e acho-as interessantes. Penso que está ao nível óptimo para se fazer valer. Denotam inspiração e trabalho. Compositor inteligente."
É só para dar conhecimento do que vou fazendo a nível de composição.
Este sábado que passou, contactou-me uma poetisa portuguesa, Gloria de Sant'Anna. Agradeceu-me por lhe ter musicado dois poemas, "É o Vento" e "Pescador". Foram das minhas primeiras canções. Enviei-lhe as partituras das canções. Fiquei com mais uma amiga, ainda que não nos conheçamos pessoalmente.
Por falar em poetisa, já comecei a ler e a musicar alguns poemas argentinos. São para a minha amiga Ana Clara Vera. Iniciei este ciclo com "Ahora". É uma poesia de Maria Elena Walsh que aqui deixo:
"Ahora"
"Ahora como un ángel apareces
y me rodeas sin decirme nada.
Ángel que yo cuidara tantas veces
sin saberlo, callada.
En todo lo que miro permaneces
como el aire feliz de la mirada.
Me parezco a tu ausencia y te pareces
a mí resucitada.
Porque viniste cuando me moría
a devolverme a vivas caridades;
porque mi noche muda se hizo día
por gracia de tu voz iluminada,
en esta eternidad con que me invades
yo que no era, soy tu enamorada."
Até à próxima.
Ad Septem Ars - Associação Cultural de Campo Maior
sexta-feira, 13 de março de 2009
Sem título
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Um pedido
O que eu lhes pedia encarecidamente é: há alguém interessado ou interessada em colaborar comigo em alguns projectos vocais? Cada um faz o que sabe. Eu trato da música e os poetas dos poemas. Posso adiantar que esses meus projectos musicais são compôr uma ópera, uma cantata e um oratório.
Cá fico à espera das vossas respostas. Não é assim tão difícil.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Tão importante é fazer uma ponte ...
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Site da "Ad Septem Ars"
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Press-ReleaseO rasto invisível da pausa - Luís Silveirinha
Inaugura a 18 de Fevereiro de 2009, às 19h. Até 21 de Março de 2009
A Galeria Alecrim 50 inaugura, no seu espaço no Chiado, a exposição "O rasto invisível da pausa" com trabalhos recentes de Luis Silveirinha. Nesta primeira individual, com curadoria e texto de João Pinharanda, o artista apresenta uma selecção de desenhos a guache sobre papel.Horário2ª a 6ª: das 11h às 19hSábado: das 11h às 13h30 e das 16h às 19h não significar ' nos desenhos de Luis Silveirinha a natureza dissolve os seus elementos, a geometria nega os seus princípios, a realidade duplica-se sobre eixos indiferenciados, a imagem perde equilíbrio e nitidez. nos desenhos de Luis Silveirinha devemos entender "não significar" como algo diferente de insignificante. devemos usar "não significar" como sinómino de um significado que se recusa; no sentido em que a uma coisa tomada por evidente toda a evidência é negada. há um princípio dominante: a água. a água impregna as matérias de representação, arrasta-as para além dos limites do realismo na representação figurativa. a água conduz a imagem aos limites do que "não significa". e perguntamos: do que ainda não significa? ou do que já não significa? como se o informe pudesse estar para aquém ou para além de alguma fronteira e não fosse um interior sem exterior. ' joão pinharanda
Alecrim 50 -- Arte Moderna e Contemporânea Rua do Alecrim, 48/50 1200-018 Lisboa Tel. + 351 213 465 258 Email: galeria@alecrim50.pt http://www.alecrim50.pt/© Copyright Alecrim50. Todos os direitos reservados.Está a receber esta newsletter no email luissilveirinha@hotmail.com, se desejar cancelar a subscrição, clique aqui.Para consultar esta Newsletter online, clique aqui.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Dança do Vento - Midi - Poema
Graças ao João Paulo Saragoça lá consegui fazer o vídeo. Quanto às imagens foram as possíveis de momento. Obrigado pela ajuda. É assim que eu entendo a vida. Sempre colaborando e ajudando-nos uns aos outros.
Quanto à obra, só tenho a parte estritamente musical, pois implica ainda um declamador que aqui não é possível meter. Enganei-me no tempo de duração. A obra dura no total à volta de 10 minutos.
Deixo aqui o extrato do que será aparte cantada
"DANÇA DO VENTO"
In
"CANTIGAS DE AMOR SOBRE VELHOS MOTIVOS"
Para
Soprano, Coro Misto e Piano
Música: Vasco M. N. Pereira
Poema: Afonso Lopes Vieira
Novembro de 2006
[Copyright]
O vento é bom bailador,
baila, bai e assobia,
baila, baila e rodopia
e tudo baila em redor!
E diz às flores, bailando:
- Bailai comigo, bailai!
E elas, curvadas, arfando,
começam, débeis, bailando,
e suas folhas tombando,
uma se esfolha, outra cai,
e o vento as deixa, abalando,
- e lá vai!...
O vento é bom bailador,
baila, bai e assobia,
baila, baila e rodopia
e tudo baila em redor!
E diz às altas ramadas:
- Bailai comigo, bailai!
e elas sentem-se agarradas,
bailam no ar desgrenhadas,
bailam com ele assustadas,
já cansadas, suspirirando,
e o vento as deixa, abalando
- e lá vai!...
· · ·
Agradecimentos
Obrigado pelo conselho. Tentarei fazer o que me dizes. Mas lá a ver se sou capaz. É que sou muito pouco entendido nestas coisas da informática. Irei dando notícias.
domingo, 18 de janeiro de 2009
Agradecimentos tardios
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Convite

Convite
Colectiva
Até 11 de Fevereiro de 2009
Álvaro Lapa - André Almeida e Sousa - António Soares - Arpad Szenes - Diogo Guerra Pinto - Eduardo Nery Fernando Calhau - Luís Silveirinha - Marta Wengorovius - Sofia Aguiar - Tomás Colaço - Tomás C. Ferreira
Exposição que inaugura o calendário da Alecrim 50 para 2009. Juntamente com acervo da Galeria, estão reunidos trabalhos, pintura e desenho, de alguns dos artistas que têm estado presentes nas últimas exposições . Uma selecção de excelentes obras que está patente durante o próximo mês, no Chiado.Horário2ª a 6ª: das 11h às 19hSábado: das 11h às 13h30 e das 16h às 19h
Alecrim 50 -- Arte Moderna e Contemporânea Rua do Alecrim, 48/50 1200-018 Lisboa Tel. + 351 213 465 258 Email: galeria@alecrim50.pt http://www.alecrim50.pt/© Copyright Alecrim50. Todos os direitos reservados.Está a receber esta newsletter no email luissilveirinha@
Protocolo: Sim ou Não?
Agradeço as suas palavras, sinceramente. Acredite que é só uma questão de protocolo que se tem de cumprir. Não fica mal nem bem. É mesmo um só ritual que se tem que fazer, independentemente de eu estar ou não de acordo.
Um abraço.
Oh Caro Três Horas da Manhã
Obrigado pelos parabéns.
Desculpe-me, mas não me sinto capaz de educar culturalmente quem quer que seja. Posso é ajudar.Talvez o que tenho é mais experiência nesta área, penso.
Duma coisa pode estar certo, esta associação é de e para todos os campomaiorenses e não só. Depois, lá mais para a frente a gente conversa. Gostaria é de poder contar com as suas opiniões e ideias, para melhorar as minhas ideias e a associação.
Um abraço e obrigado pelas suas palavras. Conte connosco.
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
In memoriam
Ad Septem Ars - Associação Cultural de Campo Maior
Campo Maior, 11 de Janeiro de 2009
A “Ad Septem Ars – Associação Cultural de Campo Maior” ”abriu as suas portas”, que é como quem diz, iniciou a sua actividade. E de que maneira! Com um concerto magnífico, onde todos os músicos intervenientes estiveram brilhantes.
Quem se deslocou à Igreja da Matriz, deu o seu tempo por bem empregue! Apesar do frio! É que há dias especiais. E este foi um desses dias! Só encontro duas palavras para adjectivar resumir o que se passou hoje em Campo Maior: magnífico e emocionante!
Em nome da “Ad Septem Ars – Associação Cultural de Campo Maior” obrigado e parabéns à Jacinta Almeida, à Manuela Godinho, ao Guillermo Segóvia, ao Duarte Graça, ao António Graça e, finalmente, ao excelente pianista Amadeu Oliveira! Um agradecimento muito especial ao nosso querido pároco, cónego Donaciano Marques Afonso que permitiu que invadíssemos a sua igreja. Ah! E um obrigado a todos os presentes também, pois claro!
Pela
Ad Septem Ars - Associação Cultural de Campo Maior
A Direcção
sábado, 10 de janeiro de 2009
É já amanhã
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Ad Septem Ars - Associação Cultural de Campo Maior
Direcção Executiva
Presidente - Vasco Pereira
Vice-Presidente - Fernando Antunes
Secretário - Luís Jorge
Tesoureiro - Zé Manuel
Vogal - Isabel Raminhas
Suplente - Isabel Pereira
Suplente - João Carita
Conselho Fiscal
Presidente - João Fernandes
Tesoureiro - Luís Lages
Secretário - Antonieta Costa
Suplente - Paulo Amaral
Suplente - Margarida Pereira
Assembleia Geral
Presidente - Teresa Carita
Vice-Presidente - Rui Carneiro
Seretário Luís Alves
Vogal - João Luís Reis
Suplente - Susana Costa Pereira
Haja sorte e empatia ente todos!
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Notas ao “Concerto de Reis”
Por
Vasco M. N. Pereira
Compositor e Director de Orquestra
Domingo, 4 de Janeiro de 2009
Elvas, melhor, Campo Maior – já que estou a escrever de Campo Maior
Como escrevi uma vez, lá aparecem actividades interessantes que me levam a deslocar-me a Elvas.
Lá fui a Elvas, ao Santuário do Senhor Jesus da Piedade e com expectativa elevada, a assistir a um recital vocal e instrumental. Era um “Concerto de Reis” e valeu a pena percorrer os 40 km que distanciam Campo Maior - Elvas – Campo Maior.
Valeu a pena por dois motivos: um, pela qualidade dos actuantes e o outro, por saber de antemão que o único interesse é fazer ARTE e CULTURA. Sim, com maiúsculas!
Está de parabéns Elvas e, em particular, a Confraria do Senhor Jesus da Piedade por esta brilhante iniciativa organizada pela Academia Papagueno. Parabéns também à Academia!
Intervenientes seis, ainda que um tenha vários membros, o Coral Públia Hortênsia de Elvas, claro. Os outros foram as sopranos Jacinta Almeida e Manuela Godinho, o tenor Guillermo Segóvia e o trompetista Mário Ribeiro, acompanhados pelo pianista Amadeu Oliveira.
Quanto ao Coral Públia Hortênsia, dirigidos com maestria pelo professor e maestro Octávio Martins, os meus parabéns. Esta é a segunda vez que os oiço e em cada audição noto melhorias. Estão mais homogéneos, em suma, é mais coro. Continuem a trabalhar.
A soprano Manuela Godinho, expressiva e comedida nos gestos, apesar de algum nervosismo inicial, (isto de abrir um concerto tem que se lhe diga!), acalmou e encantou todos os presentes. Com um timbre muito suave e bonito, nota-se que há trabalho de casa bem feito.
O tenor Guillermo Segóvia, foi uma boa surpresa. Exuberante nos gestos, tem um bom domínio do público e do palco. Boa voz, com timbre suave e agradável, puxou pelo público fazendo-o vibrar.
O Mário Ribeiro confirmou o que eu sabia e conhecia dele. É um excelente trompetista, com ritmo e afinação, tem um bom domínio e conhecimento do seu instrumento, a trompete.
A Jacinta Almeida é daquelas cantoras que não sabe cantar mal. Resumo a sua actuação em duas palavras: simplesmente BRILHANTE!
Deixei para o fim o suporte e a base deste recital de Reis, o pianista Amadeu Oliveira. Antigo aluno do grande e genial pianista espanhol Esteban Sanchez, segue as pisadas do seu mestre, com o seu bem-fazer, leia-se tocar, o seu ofício: PIANISTA!
Para terminar, os meus mais sinceros parabéns agradecimentos a todos os músicos e cantores e, em especial à Academia Papagueno pela brilhante iniciativa e pelo bom momento passado.
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
Ad Septem Ars
Concerto de Reis
Organização: Academia Papagueno
Apoio: Confraria Senhor Jesus da Piedade
Sopranos: Jacinta Almeida e Manuela Godinho
Tenor: Guillermo Segóvia
Trompete: Mário Ribeiro
Piano: Amadeu Oliveira
Coral Públia Hortênsia de Castro
04 Janeiro 2009 - 16.00 Horas
Santuário s. Jesus Da piedade
P r o g r a m a
«Signore delle cime» ------------------------------------------- G. Marzi
«Ave-Maria» -------------------------------------------------- Arcadelt
Coral Públia Hortênsia de Castro
«How beautiful» ------------------------------------------------ Haendel
«Ave Maria» --------------------------------------------------- Caccini
«Laudate Dominum» ------------------------------------------- Mozart
Manuela Godinho (Soprano) – Amadeu Oliveira (Piano)
«Panis Angelicus» ----------------------------------------------------- César Franck
«Agnus Dei» -------------------------------------------------- Bizet
«Vissi d’arte» – Tosca ---------------------------------------------- G. Puccini
Guillermo Segóvia (Tenor) - Amadeu Oliveira (Piano)
«Ave-Maria» -------------------------------------------------------- Bach-Gounod
«Nun Beut die Flur» ------------------------------------------- Haydn
«Ave-Maria» --------------------------------------------------Verdi
Jacinta Almeida (Soprano) – Amadeu Oliveira (Piano)
«Jesus alegria dos homens» Cantata 147----------------------- J. S. Bach
«Moonlight Serenade» ---------------------------------------- G. Miller
«Mundo maravilhoso» ----------------------------------------- Bob Thiele
Mário Ribeiro (Trompete) – Amadeu Oliveira (Piano)
«Laudamus te» ---------------------------------------------- Vivaldi
Jacinta Almeida e Manuela Godinho – Amadeu Oliveira
«Joy to the world» -------------------------------------------- Haendel
«Natal de Elvas» ----------------------------------------- ----- Tradicional
Coral Públia Hortênsia de Castro
Resenhas Biográficas
Coral Públia Hortênsia de Castro – Elvas
Criado em 1987, teve a primeira actuação na Sala Públia Hortênsia de Castro na Biblioteca Municipal de Elvas (daí o seu nome). Deu já três centenas de concertos, de norte a Sul do País, na Madeira e em Espanha. Actualmente é composto por 30 elementos e dirigido pelo Professor e Maestro Octávio Martins, licenciado em Ciências Musicais pela Universidade Nova de Lisboa.
Iniciou os seus estudos musicais no Conservatório Nacional de Lisboa de onde é natural, com a Professora Manuela de Sá. Licenciada em Filologia Germânica, nunca abandonou o seu gosto pelo Canto. Tem actuado em Portugal, Espanha e França tanto a solo como em duo.
Natural de Badajoz, iniciou os seus estudos de Canto no Conservatório de Mérida com a Soprano oriental Mariana You Chí. Realizou Concertos por toda a Estremadura espanhola, Costa del Sol e Madrid. Actualmente prepara a apresentação de um drama musical criado para ele pelo dramaturgo Miguel Murillo.
Licenciada em Canto pelo Conservatório Superior de Música de Badajoz, realizou vários Concertos em Portugal, Espanha, Brasil, Inglaterra, França e Marrocos, acompanhada por várias Orquestras e Pianistas. Actualmente reparte a sua actividade pedagógica entre Espanha e França.
Licenciado em Educação Musical do Ensino Básico. Possui o 8º Grau de Trompete pelo Conservatório Nacional de Coimbra. Actuou com a Orquestra de Jovens de Santa Maria da Feira, a Orquestra de Câmara de Coimbra e a Orquestra de Espinho tocando a solo o concerto para 2 trompetes de Vivaldi. Solista em várias bandas filarmónicas Portuguesas.
Licenciado em Piano pelo Conservatório Superior de Música de Badajoz, apresentou-se em concerto a solo, com orquestra bem como acompanhando outros artistas em Portugal, Espanha, Brasil, Inglaterra, França e Alemanha. Actualmente reparte a sua actividade concertística e pedagógica entre Espanha e França.
CONVITE / iNVITACIÓN
Concierto de Año Nuevo
Recital de Canto y Piano
(Música clásica, dúos, canciones argentinas y villancicos)
Ana Clara Vera (soprano)
Ma. Asunción Caballero (contralto)
Álvaro Rubén García (piano)
Sábado 3 de Enero de 2009 18:30 hs.
Teleclub - Centro Social
Renedo de la Vega - Palencia
¡¡ Los esperamos y muy Feliz Año Nuevo para todos !!
Organiza: Ayuntamiento de Renedo de la Vega
Colabora: Asociación Musical Amigos de los Clásicos
Música para Bodas
Teléfono: 699 707 264
Web: www.claracanta.com
Web-Blog: www.anaclaracanta.weebly.com
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
Ad Septem Ars - Associação Cultural de Campo Maior
Pois é, meus amigos! Já temos associação cultural em Campo Maior.
O nome é uma variação, não fora eu músico, do nome latino de Campo Maior, "Ad Septem Aras", qualquer coisa como "Até ao sétimo campo" . Como a associação está inteiramente dedicada à CULTURA, à ARTE, e esta em latim é ARS, ficou este nome, Ad Septem Ars, que traduzido para o português significa,"Até à séptima arte". Espero que gostem! Foi uma ideia do Fernando Antunes! O seu a seu dono!
Também iremos realizar a nossa 1ª actividade. É logo, "loguinho" no príncipio de Janeiro de 2009. Lá para o dia 11, por volta das 15.oo horas, na Igreja do Convento. É uma forma de homenagear as nossas "Irmãs Concepcionistas". Bem o merecem!
Obrigado Irmãs por nos abrirem as portas da vossa casa. Bem hajam! Os artistas, e que artistas, são amigos meus que me (nos) fazem o favor de participarem neste concerto de apresentação da associação. São eles:
- Jacinta Almeida - Soprano e Amadeu d'Oliveira - Piano
- Duo de Acordeões: António e Duarte Graça
Espero que os campomaiorenses compareçam em peso. Isto é por e para todos vós e nós.
Até dia 11 de Janeiro de 2009.
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Recital de Canto y Piano en memoria de D. Jesús Urién
En el Real Monasterio de Santa Clara de Carrión de los Condes, desde el día 30 de noviembre y hasta el 11 de enero de 2009, se llevará a cabo la Exposición "El Belén, sus personajes y sus símbolos", que anualmente organizan las hermanas clarisas en el Museo, con Belenes de todas partes del mundo. El horario para visitar la exposición, es de 11:00 a 13:00 y de 17:00 a 19:30 todos los días (lunes cerrado).
Durante el mes de diciembre, también se han organizado varias actividades culturales y encuentros de hermandad, que mencionamos a continuación: Domingo 14 Diciembre - 18:30 hs. Recital de Canto y Piano en memoria de D. Jesús Urién (+2006) Rector del Santuario del Brezo. Soprano: Ana Clara Vera - Piano: Álvaro Rubén García.
19:30 Rezo de VísperasSábado 20 Diciembre - 18:30 hs. Concierto de Villancicos y lectura de poesías a cargo de las cinco comunidades religiosas de la ciudad de Carrión: Carmelitas Descalzas, Hijas de la Caridad, Agustinas, Filipenses y Clarisas.Intervención de D. Angel Ignacio Lafuente Zorrilla, presidente del instituto de Técnicas verbales y locutor y presentador de TV. 19:30 hs. Rezo de VísperasViernes 26 Diciembre - 17:00 hs. Oración por la Paz y las Familias, bajo el lema del "Espíritu de Asís". Presidida por el Vicario de la Diócesis D. Antonio Gómez Cantero.
Los esperamos, muchas gracias!
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Mais um projecto!
E o que vou eu fazer? Sim, o que posso eu fazer?
Acho que ser músico, com todos os defeitos e virtudes que tenha, é muito mais que só pensar e idealizar uma carreira musical. Penso que todos, mais uns do que outros, temos a "obrigação", ainda que relativa, pois os músicos também têm necessidades como os demais seres humanos, repito, temos a obrigação de dar algo mais que música, por muito boa e bem feita que esteja.
Tenho alguns sonhos, diria ideias, que desejo realizar. São sonhos/ideias concretizáveis, mas não sozinho, claro está.
Já começámos a conversar. Que passo de gigante foi este! Sentar pessoas, algumas até antagónicas politicamente, à mesma mesa ... É obra! Não tenho só eu os louros. Também os tem o Zé Manuel, pois claro. Numa coisa concordámos: é urgente e necessário criar alguma coisa que mexa com as pessoas e as eduque culturalmente. Tem que haver uns e umas carolas a darem a cara e, porque não, o "corpinho" por uma ideia e transformá-la num projecto.
Obrigado aos que estiveram presentes, (hoje não nomeio ninguém - talvez para a próxima semana já os possa identificar), na primeira reunião da futura Associação Cultural! Campo Maior e a Cultura merecem o esforço e o sacrifício.
sábado, 18 de outubro de 2008
Recital
Mendelssohn, A. J. Fernandes, Scriabin e Chopin
26 de Outubro de 2008, pelas 18 horas
Biblioteca Municipal de Fafe
Entrada Livre
terça-feira, 14 de outubro de 2008
Avaliação de Professores II
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Avaliação de Professores
Ando irritado, pronto! Estou saturado de papéis e mais papéis para coisa nenhuma. Ainda ninguém da classe política me convenceu que isto da Avaliação de Professores sirva os interesses de quem quer que seja, pelo menos os interesses da Escola Pública, da aprendizagem, do rigor, da disciplina, afinal aquilo que faz falta aos nossos alunos e, porque não dizê-lo, aos nossos filhos. Sim! Porque os professores também são pais e educadores e, mesmo que não acreditem, procuraram e procuram sempre o melhor para os seus "meninos".
Mas voltando à vaca fria.
O que é que se pretende com esta avaliação? Que os professores mais velhos se reformem e assim contratar professores mais novos e com menos tempo de serviço para lhes pagar menos? Se é isso, estamos conversados. E por mais que a "ministra", que de ministra só tem o nome, tente explicar as grandes vantagens e benefícios desta avaliação, eu continuo à busca desses benefícios.
E já agora mais uma questão. Se somos todos iguais perante a lei, então porque não aplicar a todos os funcionários do Estado, incluídos ministros e outros que estão escondidos lá no governo, esta mesma avaliação e dividir todas as categorias em duas:
- A de Titular.
- E os outros.
Bem, lá andariam os médicos, os militares, os juízes a "brigarem" uns com os outros e, principalmente com o governo.
E como seria com os ministros e os deputados? Ministro Titular? Deputado Titular? Secretário de Estado Titular?
Quanto aos deputados, a gente já sabe que há os titulares e os outros, que ninguém sabe ao certo para que estão lá na Assembleia, a não ser para ganharem uns "cobres" e tratarem da reforma. Boa reforma, diga-se.
Por hoje chega. Prometo que voltarei à carga.
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Início de um projecto
Iniciei-o aqui na minha escola. Vamos lá a ver no que é que isto dá. Espero, e desejo, que seja o princípio do coro e orquestra Orff de Campo Maior.
Está aberto a todos os alunos, a partir do 4º ano do Básico até à Secundária.
Os ensaios são nas 4ªs. feiras das 15 h às 16h e 30m. É pouco tempo, mas é o que há. Assim haja vontade de participar.
O que posso prometer é trabalho e mais trabalho, musical.
Tenho a colaboração, que agradeço, da Banda 1º de Dezembro cá do burgo. Obrigado!
Trabalhos compositivos e Vox Laci
A respeito dos meus últimos trabalhos compositivos, ou das minhas composições se preferirem, terminei um ciclo de três canções dedicadas ao nosso ilustre e grandessíssimo poeta, Luís Vaz de Camões: "Descalça vai para a fonte", "Perdigão perdeu a pena" e "Verdes são os campos".
Realmente, é caso para dizer: quem sabe, sabe. O "Luisinho" sabia mesmo aquilo que fazia. Adorei relê-lo. Já lá iam uns anitos, mais de trinta, que não olhava para os poemas do "Luisinho". Como se diz agora, "um espectáculo!"
Recebi hoje um "mail" que passo a transcrever pela importância do seu conteúdo, assinado pelo maestro Myguel Santos e Castro, director do Coro de S. Domingos de Rana. Não poderia estar mais de acordo. Aqui vai. Acho que alguém o poderia fazer chegar à ministra e seus pares. Só lhe fazia bem. Pode ser que se iluminem e isto vá para a frente, como o desejam todos os professores.
Vox Laci ...a voz do lago
Coro de S.Domingos de Rana
Assunto: #32 Palavra de Maestro "Não há segredos: trabalho!"
Em todos os grupos, turmas de escola, equipas no desporto, famílias, coros, locais de trabalho existem sempre dois grupos. Por mais coeso e forte seja um grupo, existem sempre dois grupos: um encontra-se à frente do outro, mesmo que a diferença seja mínima. Dentro desses grupos as pessoas vão mudando de um grupo para o outro. Normalmente no grupo A são pessoas que se sentem totalmente integradas no meio social e função que desempenham; no grupo B pessoas que entraram há menos tempo que no grupo A e que necessitam de tempo para ganharem o seu espaço. Também podemos ter no grupo B pessoas que já tiveram tempo para estar no grupo A mas, por razões que devem ser analisadas individualmente, ainda não fizeram o tal “clique”.
Há só um Ronaldo, Bill Gates, Belmiro,Dudamel, Marcelo. Chamo-os de lebres, pois estão sempre na frente, difícil de acompanhar o seu ritmo e capacidades. São pessoas que não só se destacam no meio onde estão inseridos pelo trabalho desenvolvido como o resultado do seu trabalho é extrapolado para além fronteiras. Porquê que se destacam? Não há segredos. Trabalharam muito e não param de querer evoluir, não se contentam com o que já atingiram, estão constantemente a querer mais e melhor.Também não é segredo: continuam a trabalhar.
Num coro também há lebres. O ideal seria que todos os quatro naipes tivessem lebres, ou seja, coristas que puxam pelos seus colegas. Há que aceitar com naturalidade estas lebres, sem contornar o óbvio. A selecção portuguesa é a mesma sem Deco? Se numa determinada altura um aluno não é a lebre, mas tem como objectivo ser, quando alcança esse “estatuto” pode escolher uma de duas vias: fica contente por ser lebre e trabalha para se manter assim; fica aborrecido pois está à frente e tem que “puxar” os que estão atrás. Talvez seja altura de mudar de grupo ou talvez seja tempo para esperar pelo grupo que vem atrás. Talvez apenas pense que é uma lebre, mas não o é.
O trabalho de um professor, um maestro de um coro, é estar atento e criar métodos de trabalho de encorajamento para quem está à frente e quem não está. Um grupo faz-se com quem está ainda atrás e quer chegar à frente com o grupo. Uma lebre não é grupo, é uma lebre só.
Ficamos abismados com os 20´s dos melhores alunos, os impérios económicos de alguns, os salários milionários de poucos, a perfeição de execução de obras sejam com coros amadores ou profissionais e poderemos ser induzidos a pensar que são dotados e que já nasceram assim. Não é verdade! Tal como não é segredo que quem não joga, nunca ganhará o Euromilhões, também nos coros não há segredos: trabalho!
Com os melhores cumprimentos.o maestro,
Myguel Santos e Castro
http://www.voxlaci.com/